escrito por bruno às 13:49 de um destes dias

senti necessidade de criar a palavra saudade quando vi os teus dedos desprenderem-se dos meus e os teus olhos tristes, rasos de qualquer coisa límpida, a caminhar naquele que será um longo caminho de regresso.
 
7 comentários:


no dia 19 março, 2007 19:59, Anonymous Anónimo

Meu menino*

 

no dia 23 março, 2007 10:59, Blogger un dress

inventamos-palavras-improvisamos.

mo.men.toS...



(bOm-diA :))

 

no dia 25 março, 2007 03:39, Blogger c.bruno

Inventamos tantas palavras... *

 

no dia 26 março, 2007 15:10, Blogger un dress

bom-dia-outra-vez..................

 

no dia 29 março, 2007 17:14, Anonymous Anónimo

:)

 

no dia 02 abril, 2007 18:20, Blogger Ana Fonseca

Se inventaste a palavra saudade por senti-la... Ainda bem que criaste a palavra amor... Que bom!

 

no dia 04 abril, 2007 22:29, Blogger Príncipe Myshkin

Confesso que já andava há uns tempos para vir aqui comentar qualquer pequeno grande texto teu. Eis agora a oportunidade surgida no primeiro dia de férias. Mais do que a ideia de criação de palavras que preside ao texto, chama-me a atenção, por um lado, a metáfora para lágrimas(?), «qualquer coisa límpida» (a utilização da palavra coisa aqui é fantástica: ocorre-me aquela passagem d'"O Deus das Moscas" do Golding em que ele, para falar do sangue a escorrer da cabeça de um morto, escreve "that red thing"), e, por outro, a ideia do caminho para regressar (e também aqui evoco um verso do José Mário Branco aproveitado pelos Linda: o «partir, para voltar»). Pequenino o texto, mas cheio de uma certa paz tristo-bela, corrida na beleza das palavras e da frase só.